“FÉ PERSISTENTE”
LER
Marcos 7,24-30
“Por causa do que acabas de dizer, podes voltar para casa. O demônio já saiu de tua filha” (Mc 7,29).
No Evangelho de hoje a mulher siro-fenícia, com sua coragem e fé, nos ensina que a cura não é apenas um milagre divino, mas uma interação profunda entre a nossa verdade interior e a graça divina. A libertação do “demônio” — as forças internas que nos aprisionam — depende de nossa capacidade de nos expor, de sermos verdadeiros conosco e com os outros. E, assim como a mulher foi chamada a voltar para casa, nós também somos chamados a retornar ao nosso “lar interior”, curados, renovados e prontos para viver a vida com um novo sentido.
(Pe. William Santos Vasconcelos – Diretor espiritual).
MEDITAR
- Como a minha fé pode ser expressa nas situações mais desafiadoras da vida, mesmo quando as respostas parecem negativas ou demoradas?
- O que significa para mim essa cura, que não depende apenas da presença física de Jesus, mas da fé expressa?
CONTEMPLAR
Medite o texto imaginando da forma como sua vida pode ser transformada por essa mensagem.
COMPROMISSO
Como você pode, em sua oração, expressar sua confiança e persistência em busca da cura e da transformação no cotidiano? (Escreva no seu diário espiritual).
LEITURA ESPIRITUAL
[…] em certo lugar, [o Senhor] diz: Tenho outras ovelhas lá fora do rebanho oriental; convém trazê-los a mim, para que o rebanho seja um só, e o Um pastor. Ao número destes últimos pertenciam os cananeus; Por esta razão não foi desprezado: foi deixado para depois. A coisa parece evidente em a resposta dada à mulher: Não é certo tirar o pão dos filhos para jogue para os cachorros. Você é um cachorro, um gentio; adorar ídolos, E existe uma causa mais comum em cães do que lamber pedras? Não é certo, portanto, tirar pão das crianças e jogá-lo aos cães. Sim ela, ouvindo essas palavras, teria se retirado, o cachorro teria vindo, e o cachorro teria vindo e eu teria ido; mas ela continuou chamando e foi mudada de cachorro para homem. Ele insistiu em e até tomou a palavra desse tipo de ultraje para trazer à luz sua grande humildade e continuar a implorar misericórdia. Ele não estava nem perturbado nem queimado para se ouvir chamar um cachorro quando ele pediu um favor e implorou por misericórdia; mas ele disse: “É verdade, Senhor; chama-me de cão, e eu sou um cão em todo o meu corpo; tal é o meu nome, diz a própria Verdade; mas não devo ser rejeitado por esse motivo. benefício. Eu sou uma cadela de cima a baixo, mas os cães também comem as migalhas cai da mesa de seu dono. O que eu desejo é uma graça mesquinha, um pouco: eu não entro na mesa; Estou contente com as migalhas.
(Agostinho de Hipona, Sermão 77, 8.9.10.).
Bom dia para você e sua família!
Comentários
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