SEXTA – 28/02/2025
VII SEMANA DO TEMPO COMUM
“AMOR FIEL”
LER
Marcos 10,1-12
“O que Deus uniu, o homem não separe!” (Mc 10,9).
Viver na sociedade moderna é ser constantemente tentado pela efemeridade das coisas: relações que começam e terminam com facilidade, o apelo de um amor imediato e superficial. No entanto, o chamado existencial de Cristo é para uma vida mais profunda, mais duradoura, mais humana. Ele nos desafia a lutar contra a superficialidade, a abandonar a cultura do descartável e a buscar algo mais permanente e significativo.
(Pe. William Santos Vasconcelos – Diretor espiritual).
MEDITAR
- Como vejo a indissolubilidade do casamento na sociedade em que vivo?
- Como esse texto se aplica à minha vida, às minhas experiências e ao meu contexto atual?
CONTEMPLAR
Deixe que o Espírito Santo nos guie em um momento de profundo repouso e reflexão.
COMPROMISSO
Reserve um tempo específico durante a semana para orar pelos seus relacionamentos interpessoais, especialmente aqueles que precisam de cura ou fortalecimento. (Escreva no seu diário espiritual).
LEITURA ESPIRITUAL
Quando o amor te chama, segue o sinal,
mesmo que o caminho suba íngreme.
E quando suas asas te envolverem, abandona-te,
mesmo que entre as penas te fira uma lâmina.
E quando o amor te falar, não demores a crer nele,
mesmo que sua voz turve teus sonhos
como o vento do norte varre o jardim.
Porque o amor coroa e o amor crava numa cruz […].
Com suas mãos ele te trabalha até tua extrema ternura,
depois te expõe à sua sagrada chama,
para que sejas pão sagrado na sagrada festa de Deus.
Tudo isso fará para que possas conhecer
os segredos do teu coração e, assim iluminado,
chegues a ser um fragmento do coração da vida.
Mas se tens medo e buscas apenas paz e prazer no amor,
será melhor para ti que te cubras e te afastes da era
para o mundo desolado das estações:
ali rirás, embora não com toda a tua risada;
ali chorarás, embora não com a última lágrima.
O amor não dá outra coisa senão a si mesmo, e só de si mesmo toma.
O amor não possui nem quer ser possuído:
porque ao amor só basta o amor.
(K. Gibran, L’amore, Cinisello B. 1997).
Bom dia para você e sua família!
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